Quem escreve constrói um castelo;
E quem lê passa a Habitá-lo...

8 de março de 2012

Eternos amantes.



Já era tarde, eu já estava deitada em minha cama meio sonolenta. A lua cheia clareava levemente o quarto. De repente toca a campainha... Quem poderia ser a essa hora.
 Levantei-me lentamente e fui a até a porta, usava uma blusa folgada e estava apenas de calcinha. Para minha surpresa, lá estava você, com um lindo sorriso no rosto e como quem não quer nada vai entrando sem ao menos pedir licença. Trazia consigo uma garrafa de vinho, o meu predileto.
 Sem muitas palavras beijou-me... Encostou seus lábios nos meus como quem me queria por completo, um beijão intenso, cheio de excitação. Depois olhou-me profundamente nos olhos e disse que queria sentir meu corpo, meus lábios, minha pele. Abraça-me de forma a tornar-me indefesa e me leva até a cama.
 Lentamente você beija minha pele, mordisca meus seios... Vira-me de costas e percorre todo meu corpo com sua língua curiosa. Nossos corpos já se entrelaçavam de forma ardente e incontrolável.  Sua mão em minha nuca, agarra os meus cabelos e me deixa louca de desejo. E naquele momento nada mais me interessava, apenas você.
 Sua língua percorria minha barriga até encontrar meu umbigo e descia suavemente enrijecendo o músculo, podia sentir o desejo em sua boa. Eu perdia os sentidos, minhas unhas arranhavam suas costas, e eu delirava louca de prazer. O liquido escorria por entre as minhas pernas e o sangue pulsava cada vez mais forte.
 O vinho já não interessava mais, queria apenas aquela louca sensação de me sentir domada por você, de estar em seus braços, e adormecer ao seu lado como eternos amantes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário