Quem escreve constrói um castelo;
E quem lê passa a Habitá-lo...

19 de julho de 2012

Não vou roubar teu tempo.


Confesso, acordei achando tudo indiferente,
Verdade, acabei sentindo cada dia igual...
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante,
Quem sabe o amor tenha chegado ao final?

Não vou dizer que tudo é banalidade,
Ainda há surpresas...
Mas eu sempre quero mais.
(Se) É mesmo exagero ou vaidade,
Eu não te dou sossego,
Eu não te deixo em paz.


Tanta coisa foi acumulando em nossa vida,
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder.
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída,
Perder o vazio é empobrecer.
Não vou querer ser o dono da verdade,
Também tenho saudade...
Mas já são quatro e tal.
Talvez eu passe um tempo longe da cidade,
Quem sabe eu volte cedo,
Ou não volte mais.




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