Quem escreve constrói um castelo;
E quem lê passa a Habitá-lo...

21 de agosto de 2012

Contos e encontros



Dia agitado muito trabalho, muito coisa a ser feita. O barulho da cidade não parava um só instante... De repente o telefone toca, na correria nem observei quem estava me ligando. Apenas senti um arrepio me percorrer o corpo quando ele falou do outro lado.
Sua voz grossa e um pouco rouca, fiquei surpresa com a ligação, a tanto já não me ligava. Perguntou-me por onde eu estava e como por coincidência ele estava próximo. Marcamos de nos encontrar no seu escritório, não ficava muito distante dali.
Ao chegar lá, eu o encontro sozinho, lindo como sempre. Com seu jeito ignorante e grosseiro me manda entrar. Ele estava sentado bem em minha frente e começamos a trocar algumas palavras, coisas bobas.
Ele todo sedutor se espreguiça na cadeira e deixa seu abdômen aparecer, o arrepio me percorre a espinha, como ele pode mexer tanto comigo assim. Olhando-me fixamente, me faz propostas um tanto indecentes e eu recuso de imediato, mas meu desejo era poder possuí-lo ali mesmo.
Ele chega mais perto, o ambiente está quente, senta ao meu lado. Minhas mãos suando frio. Ele percebe que estou ansiosa e que o desejo. Ele se aproxima mais e começa a falar baixinho em meu ouvido, passando seus lábios pela minha nuca. Sinto seu hálito quente.
Em uma fração de segundos ele me ergue e me joga em cima de sua mesa, eu tento resistir, mais não posso negar que também quero. Quero sim poder senti-lo dentro de mim, ali mesmo, em seu ambiente de trabalho. Ele delicadamente levanta minha saia e passeia com sua mãe por entre as minhas coxas, logo ele percebe o quanto estou molhada, desejando-o.
Sem demora o cinto é tirado, a calça é aberta e posso ver seu órgão ereto, firme, duro. Ele me puxa, e o introduz em mim. Solto um gemido, e ele continua em um movimento de vai e vem a me satisfazer o desejo. Desliza suas mãos pela minha perna até alcançar meu clitóris, e começa tocá-lo. Eu sentia meu corpo arder em chamas, há tempos não me sentia tão viva assim...
Sinto meu corpo todo estremecer, perco os sentidos, apenas sinto a doçura do momento que gozo...

Eu me levanto, me recomponho, dou-lhe um beijo e me retiro.
Ainda há muito que resolver lá fora...


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